Fim de ano é assim, quase todo mundo criando suas listas de melhores/piores etc. Entendo que esse é um ótimo exércio de memória e de reflexão sobre com o que andamos perdendo nosso tempo durante o ano que está chegando ao fim.
Asim sendo, segue abaixo duas listas com os 10 melhores (na minha opinião e na opinião de um amigo) de 2010.
A primeira lista trata dos 10 filmes de 2010, mas adianto que, obviamente, não pude assistir todos os lançamentos do ano, muito não chegou ao meu alcance e outro tanto não tive como assistir mesmo, dai fiz a seleção entre os que consegui acompanhar. A outra lista diz respeito aos 10 melhores livros do ano na opinião do jornalista Hugo Oliveira.
Asim sendo, segue abaixo duas listas com os 10 melhores (na minha opinião e na opinião de um amigo) de 2010.
A primeira lista trata dos 10 filmes de 2010, mas adianto que, obviamente, não pude assistir todos os lançamentos do ano, muito não chegou ao meu alcance e outro tanto não tive como assistir mesmo, dai fiz a seleção entre os que consegui acompanhar. A outra lista diz respeito aos 10 melhores livros do ano na opinião do jornalista Hugo Oliveira.
FILMES:










LIVROS:

O ano é 2000. A maré de más notícias sobre o clima e o aquecimento global inunda o noticiário. Michael Beard, cientista consagrado e prêmio Nobel de física, não parece nada preocupado. Seus interesses atuais se limitam a fantasias eróticas - concretizadas ou não -, bebida e mesa farta...

Homenagem aos livros de Dashiel Hammet e Raymond Chandler e retrato mordaz da Califórnia no início dos anos 1970, Vício inerente marca a volta de Thomas Pynchon ao cenário de dois de seus romances, Vineland e O leilão do lote 49. Porém, enquanto estes livros registravam o auge do Flower Power, Pynchon agora explora o outro movimento da curva...

O livro é composto de cinco romances, interligados por dois dramas centrais: a busca por um autor recluso e uma série de assassinatos na fronteira México-Estados Unidos. A primeira história narra a saga de quatro críticos europeus em busca de um escritor alemão recluso; Na segunda, há a agonia de um professor mexicano às voltas com seus problemas existenciais; O terceiro romance conta a história de um jornalista esportivo que acaba se envolvendo com crimes cometidos contra mulheres; Na quarta e mais extensa das partes do livro, os crimes de Santa Teresa são narrados com a frieza e o distanciamento próprios da linguagem jornalística das páginas policiais; Na quinta história o leitor é conduzido de volta à Segunda Guerra, tornando-se testemunha do passado misterioso de Benno von Archimboldi, o escritor alemão da primeira.

Um retrato original e bem-humorado da relação entre um homem e uma mulher – ou muitos homens e muitas mulheres. Das questões do cotidiano – a casa, o dinheiro, as famílias, filhos, o sexo, o trabalho, a comida –, até questões de história e política, Esterházy compõe um complexo mosaico da figura feminina. O mistério a ser decifrado é a singularidade dessa “uma” mulher que pode ser várias mulheres ou várias facetas de uma mesma (metamorfoseada das formas mais inusitadas).

Investiga aspectos à primeira vista específicos da vida americana de meados do século xx: a aridez espiritual dos subúrbios ricos e, concomitantemente, a possibilidade de transcendência do indivíduo numa sociedade cujo fundamento é a alienação. Colados à realidade, seus melhores contos soam como críticas inexoráveis do vazio de seus personagens, das vidas anódinas a que estão condenados.

O relato inédito e comovente da história de amor e amizade entre a cantora e poeta Patti Smith e o fotógrafo Robert Mapplethorpe. Nestas delicadas memórias afetivas, Patti revive a aventura de dois jovens irreverentes e idealistas em direção ao sucesso mundial.

Apresenta a conflituosa relação entre Paulo e Beatriz, um escritor e sua leitora. O livro começa com uma declaração, uma frase truncada que diz: "Cometi um erro emocional." É o ponto de partida para um mergulho em lembranças nem sempre agradáveis. Logo, Paulo e Beatriz tornam-se cúmplices.

Nas narrativas breves de Os anões, seu terceiro livro, a escritora Veronica Stigger coloca em funcionamento um mundo de violência e anestesia, onde tudo se transforma em imagem. O volume traz histórias como a do casal de anões que é linchado por furar uma fila; a de atores que despencam de um teleférico protagonizando um espetáculo absurdo; ou a de um rapaz que é processado por exibir um poema como tatuagem. Menos que contos em miniatura, estas são ficções embrionárias ou potenciais que, por sua própria incompletude, ficam ressoando na memória do leitor.

Este romance de escritura primorosa narra um percurso. É o que se opera na consciência de Pedro durante uma viagem de ônibus para o bairro do Tirol, na periferia pobre da cidade onde mora - uma espécie de panela de pressão de violência e injustiça sistemática. É lá que mora Rosane, namorada de Pedro: faz algum tempo que ele passa os fins de semana com ela...

O livro vasculha a memória do autor.Caeto é um artista plástico sem grana e com propensão ao alcoolismo. Soma-se a isso a dificuldade em se relacionar com os membros de sua família. Caeto é um artista plástico sem grana e com propensão ao alcoolismo. Soma-se a isso a dificuldade em se relacionar com os membros de sua família.
Nota-se a falta de uma lista sobre os melhores da música em 2010. Contudo, neste ano quase acabado não pude dispor de muito tempo para essa inestismável arte, logo recorri a coisas antigas, o de sempre, não acompanhei os milhares e milhares de lançamentos. De qualquer forma, sintam-se à vontade para deixar uma opinião sobre o melhor da música em 2010 aqui ou, se preferir, em nossa página no Twitter ou no Facebook.
Comentários
Abs!
Agradeço a participação Bruno e Pedro.